O QUE EU FAÇO

Clientes

pelo mundo.

Eu possuo diferentes perfis na minha carteira de clientes. São investidores, profissionais liberais, funcionários de empresas públicas e privadas, pessoas comuns que compartilham do mesmo pensamento: ser livre para colocar os seus objetivos em primeiro lugar.

O que eu faço

A primeira pergunta que ouço é quase sempre a última que eu respondo.

"O que eu tenho que comprar agora?"

Recomendar um investimento antes de entender quem é você seria o mesmo que um médico te passar uma receita antes de perguntar o que você sente. 

No mercado financeiro esse comportamento é comum, principalmente onde a remuneração vem de comissão. Aí o incentivo é vender rápido, empurrar produtos, não entender direito… Quero deixar claro: isso não é 100% sobre pessoas ruins, mas é sobre incentivos tortos. E incentivo torto, cedo ou tarde, aparece na carteira do cliente. Lembre-se do caso do Banco Master.

Como eu trabalho

Sou consultor de investimentos registrado na CVM, remunerado exclusivamente por fee fixo. Não recebo comissão de banco, corretora ou gestora, não empurro produto de prateleira, não tenho meta de venda. Meu único incentivo é você tomar a decisão certa, porque é isso que me remunera no longo prazo.

Isso muda tudo. O critério deixa de ser "o que me paga mais" e passa a ser "o que faz sentido para a sua vida".

A primeira conversa 

não é sobre investimento

Antes de falar de qualquer ativo, eu preciso entender seis coisas:

1. De onde você vem.

O que te trouxe até aqui, o que te incomodava antes, que experiências ruins você já teve com dinheiro. Não deixa de ser um tipo de terapia (eu sou especialista em Finanças Comportamentais pela Universidade de Chicago), mas explica boa parte das decisões que você vai tomar (ou evitar tomar) daqui pra frente.

2. Sua família e seu momento de vida.

Iniciou um relacionamento há pouco, é casado, divorciado, tem filhos, em que fase está? Um patrimônio que pode virar herança se estrutura de um jeito. O patrimônio de alguém que tem dois filhos pequenos, de outro. A carteira serve à vida, nunca o contrário.

3. Sua situação patrimonial real.

Seguro, previdência, quanto está investido, e principalmente como você chegou a esse número. Dinheiro herdado e dinheiro suado carregam pesos emocionais diferentes e é a emoção que faz alguém vender tudo no pior dia possível.

4. Sua vida profissional.

Profissão, regime, estabilidade de renda, quando pensa em parar. Um sócio com renda que oscila e um servidor concursado não podem correr o mesmo risco, mesmo com um patrimônio semelhante.

5. Seu fluxo de caixa.

É aqui, sem maquiagem, que a verdade aparece: quanto entra, quanto sai e o que sobra para investir. A lógica que eu defendo é simples de dizer e difícil de praticar: recebe, paga o seu futuro primeiro, e só depois paga o seu presente com o que sobrou. A maioria faz o oposto: paga o presente inteiro e "investe a sobra", que misteriosamente nunca sobra.

6. Seus objetivos de verdade.

Quando você quer parar de trabalhar, que renda quer ter, quais são os sus sonhos… não as metas de planilha. Quais são seus sonhos? Só depois disso eu falo em perfil de investidor. E faço questão de separar duas coisas que a indústria adora misturar: o quanto você aguenta de risco emocionalmente e o quanto a sua vida permite de risco financeiramente. São perguntas diferentes, com respostas diferentes.

Uma coisa que eu preciso te dizer

Rentabilidade é superestimada. Todo mundo se desgasta caçando o fundo mágico, o ativo que vai disparar. Mas quem parte do zero e sai de poupar 5% da renda para poupar 15%, encurta décadas no caminho até a liberdade financeira. Nenhuma tese genial de investimento entrega um ganho desse tamanho. O quanto você aporta ganha do quanto você rende, quase sempre. Por isso, boa parte do meu trabalho não é apenas sobre onde alocar ou o que comprar e o que vender, mas é também sobre te ajudar a organizar o orçamento e sustentar o hábito de poupar e incorporar a minha filosofia como estilo de vida.

O que você pode esperar de mim

Um diagnóstico antes de qualquer recomendação. Nada de produtos financeiros empurrados.
Independência de verdade sem comissão de banco, corretora ou gestora. Meu único cliente é você.
Acompanhamento próximo. Não sou um consultor de "mandar o relatório e sumir". Vou puxar sua orelha quando for preciso e te cobrar quando o plano sair dos trilhos. O nosso projeto é de vida.
Foco no que sustenta o patrimônio no longo prazo: orçamento, comportamento com dinheiro e disciplina. Não é sobre a escolha do ativo do momento.
Um plano e não uma lista de produtos. No fim, a pergunta que importa não é "o que eu compro agora", mas sim "você tem um plano patrimonial de verdade, ou só um conjunto de ativos que foi se acumulando ao longo do tempo?"

Demita

seu gerente

Gerente de banco não é seu consultor, é vendedor com metas.


Ele precisa, ao mesmo tempo, captar clientes e bater a meta que o banco exige dele. Quando esses dois interesses colidem, adivinha qual vence? Isso não é sobre má-fé individual: é estrutural. O banco cobra por produto vendido e o produto de maior taxa costuma ser o mais empurrado. E ele nem sempre o melhor pra você.


Se você quer proteger seu patrimônio, investir com foco nos seus objetivos e parar de ser tratado como meta de vendas você chegou ao lugar certo.

VAMOS COMEÇAR?

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